Músicas que só exaltam a sexualidade. Movimentos que simulam o ato sexual de uma maneira vulgar. Violência, bebidas e drogas. No Repórter Record deste domingo, Marcelo Rezende investiga o que acontece nas “baladas”, as festas que agitam os jovens e tiram o sono dos mais velhos.
Roupas mínimas, corpos à mostra e até peças íntimas para quem quiser olhar. Nos bailes funks, pode de tudo. Até passar a mão em quem não se conhece. Nossas câmeras mostram o que acontece nas baladas “proibidonas”: festas que nasceram nas periferias das grandes cidades, mas que hoje agitam a juventude classe média e geram fortunas para artistas e organizadores.
Se em local fechado já é difícil controlar, imagine nas festas a céu aberto e com entrada franca. Você vai ver como bairros residenciais se transformam numa terra de ninguém durante essas baladas. Bêbados espalhados pelas ruas, sujeira, brigas e muita confusão. Um encontro que deveria ser marcado pela celebração, mas que acaba chamando mais a atenção pelo número de atendimentos feitos pelas equipes de resgate.
